Atualidades

A inteligência artificial ganhou força no Brasil. Sua empresa está preparada?

A inteligência artificial já faz parte da rotina de milhões de brasileiros e está transformando buscas, operações e decisões. Entenda o que muda para as empresas e como preparar sua presença digital para esse novo cenário.

20 de setembro de 2026 · Galática MKT · 8 min de leitura

Profissional analisando o avanço da inteligência artificial no Brasil

O Brasil já não é apenas um mercado que acompanha a evolução da inteligência artificial.

É um dos países que mais usa a tecnologia.

Em agosto de 2026, a OpenAI anunciou o início de suas operações comerciais no Brasil e revelou alguns números que ajudam a dimensionar esse movimento: o país está entre os três maiores mercados do ChatGPT em usuários ativos semanais, o número de usuários brasileiros quase dobrou em um ano e cerca de 215 milhões de mensagens são enviadas por brasileiros ao ChatGPT todos os dias.

São números grandes, mas o dado mais relevante para as empresas talvez seja outro.

A IA está deixando de ser apenas uma ferramenta que as pessoas experimentam por curiosidade e entrando efetivamente no trabalho, na pesquisa, na produção de conteúdo, no desenvolvimento de software e na tomada de decisões.

Isso muda o ambiente digital em que as marcas competem.

E exige uma pergunta diferente:

sua empresa está preparada para um público que usa inteligência artificial todos os dias?

O Brasil já é um dos principais mercados de IA do mundo

Segundo os dados divulgados pela OpenAI, 35% das mensagens classificadas de contas individuais do ChatGPT no Brasil estavam relacionadas ao trabalho em junho de 2026. A média mundial era de 30%.

Entre essas mensagens profissionais, 53% envolviam pedidos para que a inteligência artificial realizasse uma tarefa ou produzisse algum resultado, como analisar informações, escrever código, desenvolver propostas ou criar materiais de marketing.

O movimento também aparece no desenvolvimento de tecnologia.

O Brasil ocupa o segundo lugar mundial em número de desenvolvedores que utilizam a API da OpenAI e é o maior mercado do Codex na América Latina. Desde o início de 2026, o número semanal de usuários brasileiros do Codex cresceu mais de 11 vezes, enquanto as interações diárias aumentaram quase 30 vezes.

Dentro das organizações, a adoção também avançou: o número de vagas de usuário do ChatGPT Enterprise no Brasil quintuplicou em um ano, colocando o país entre os dez maiores mercados empresariais da OpenAI.

Não estamos, portanto, falando apenas de pessoas usando um chatbot para fazer perguntas.

Estamos falando de uma mudança de comportamento.

A IA está entrando na rotina das empresas brasileiras

O anúncio da OpenAI traz exemplos que vão de pequenos negócios a grandes instituições.

Há empreendedores usando IA para marketing, precificação e gestão. Empresas aplicando a tecnologia em atendimento, operações e desenvolvimento de software. Instituições de pesquisa explorando novas aplicações. Programas de capacitação sendo criados para profissionais e pequenos negócios.

Isso ajuda a derrubar uma ideia que ainda aparece com frequência: a de que inteligência artificial é assunto exclusivo de empresas de tecnologia.

Não é.

Uma clínica, uma indústria, um escritório, uma loja, uma empresa de serviços ou um e-commerce não precisam desenvolver um novo modelo de IA para serem impactados por essa transformação.

O impacto pode começar em algo muito mais próximo da operação:

  • na forma como clientes pesquisam;

  • na maneira como conteúdos são produzidos e encontrados;

  • na automação de tarefas repetitivas;

  • na organização de informações;

  • no atendimento;

  • na análise de dados;

  • na criação de ferramentas internas;

  • ou na própria experiência oferecida pelo site.

A pergunta relevante deixa de ser “como colocar IA na empresa?” e passa a ser:

onde a inteligência artificial pode realmente melhorar a forma como o negócio é encontrado, percebido e operado?

A forma de pesquisar também está mudando

Durante muitos anos, buscar alguma coisa na internet significava praticamente abrir um mecanismo de busca, digitar algumas palavras e escolher entre uma lista de links.

Essa jornada continua existindo.

Mas agora divide espaço com outro comportamento.

O usuário pode abrir uma IA e perguntar:

“Qual empresa atende melhor esta necessidade?”

“Quais são as diferenças entre estas soluções?”

“Encontre opções próximas de mim.”

“Pesquise este assunto e explique qual alternativa faz mais sentido.”

“Compare estes produtos.”

O próprio ChatGPT já pode pesquisar a web, consultar informações atuais e apresentar links para fontes usadas na resposta. A OpenAI também informa que sites precisam estar acessíveis ao seu robô de busca para poderem ser incluídos nesses resultados — sem, naturalmente, qualquer garantia de posicionamento.

Em algumas jornadas de compra, a mudança é ainda mais evidente. O ChatGPT já possui experiências que permitem pesquisar, comparar e explorar produtos dentro da própria conversa.

Para as marcas, isso amplia o conceito de presença digital.

Não basta pensar apenas em “aparecer no Google”.

É preciso construir informações que mecanismos de busca, sistemas de inteligência artificial e pessoas consigam encontrar e compreender.

Seu site ganha ainda mais importância nesse cenário

Pode parecer contraditório: se as pessoas estão usando cada vez mais assistentes de IA, por que investir no site?

Justamente porque essas ferramentas precisam encontrar informações em algum lugar.

Seu site continua sendo um dos principais ambientes digitais em que sua empresa pode explicar, com controle e profundidade:

  • quem é;

  • o que oferece;

  • para quem;

  • onde atua;

  • como seus serviços ou produtos funcionam;

  • quais conhecimentos possui;

  • e como alguém pode entrar em contato.

Uma presença digital mal estruturada cria problemas antes mesmo da IA entrar na equação.

Páginas superficiais, serviços pouco explicados, informações contraditórias, conteúdos genéricos e sites tecnicamente difíceis de rastrear tornam mais difícil compreender uma empresa.

Para pessoas.

Para mecanismos de busca.

E também para sistemas que dependem dessas informações para construir respostas.

SEO continua importante. Mas descoberta agora é maior do que SEO

A expansão das inteligências artificiais não significa o fim do SEO.

Significa que a disciplina está entrando em um contexto mais amplo.

Continuamos precisando de sites rápidos, rastreáveis e bem estruturados. Conteúdo precisa responder às intenções reais de busca. A arquitetura deve deixar claro o relacionamento entre páginas, serviços, produtos, localidades, pessoas e assuntos.

Mas agora também precisamos considerar como essas informações são interpretadas em ambientes de resposta.

É aí que SEO, GEO, AEO, conteúdo, dados estruturados e arquitetura digital começam a trabalhar juntos.

Não existe um truque capaz de obrigar uma inteligência artificial a recomendar uma empresa.

O trabalho é construir uma presença digital suficientemente clara, relevante e confiável para aumentar suas possibilidades de descoberta.

E a IA também pode trabalhar dentro da empresa

Existe outra dimensão dessa transformação.

A inteligência artificial não muda apenas como os clientes encontram uma empresa.

Ela também pode mudar como a própria empresa trabalha.

Automatizar determinadas etapas de um processo, organizar conhecimento interno, criar interfaces inteligentes, conectar sistemas ou acelerar tarefas operacionais pode reduzir trabalhos manuais que consomem tempo sem necessariamente gerar mais valor.

Mas colocar IA em todo processo simplesmente porque a tecnologia existe costuma produzir o efeito oposto.

Mais ferramentas.

Mais integrações.

Mais complexidade.

Uma aplicação útil começa pelo problema.

Qual tarefa consome tempo?

Onde existe retrabalho?

Quais informações ficam espalhadas?

Em que etapa o cliente encontra dificuldade?

Que decisão poderia ser apoiada por dados já disponíveis?

A tecnologia entra depois.

Como a Galática pode ajudar sua empresa nesse novo cenário

Na Galática MKT, inteligência artificial não é tratada como uma frente isolada.

Ela faz parte de uma arquitetura que conecta estratégia, design, tecnologia, conteúdo e descoberta.

Isso permite trabalhar a transformação digital por diferentes caminhos.

Sites preparados para as novas jornadas de descoberta

Desenvolvemos sites estratégicos com arquitetura, conteúdo, UX, performance e tecnologia pensados em conjunto.

O objetivo não é apenas criar uma interface visualmente interessante, mas construir uma presença digital capaz de explicar bem o negócio, organizar informações e apoiar aquisição e conversão.

SEO, GEO e AEO

Estruturamos conteúdo e aspectos técnicos para ajudar marcas a serem encontradas e compreendidas em diferentes ambientes de descoberta.

Isso envolve desde fundamentos de SEO até arquitetura de informação, conteúdo, dados estruturados e preparação para experiências de busca e resposta mediadas por inteligência artificial.

IA aplicada a problemas reais

Também desenvolvemos automações, integrações, agentes, fluxos e interfaces com inteligência artificial.

O ponto de partida não é “colocar IA” na empresa, mas identificar processos em que ela possa reduzir atritos ou criar uma experiência realmente útil.

Conteúdo para um ambiente de busca em transformação

Se mecanismos de busca e sistemas de IA dependem de informações para compreender uma empresa, conteúdo deixa de ser apenas uma peça de comunicação.

Ele se torna infraestrutura de descoberta.

Páginas de serviços, artigos, conteúdos institucionais e planejamento editorial ajudam a construir o contexto necessário para que pessoas e sistemas entendam o que a marca faz e por que ela é relevante.

A transformação já começou

O Brasil envia aproximadamente 215 milhões de mensagens por dia ao ChatGPT.

Empresas estão aumentando sua adoção.

Desenvolvedores brasileiros estão entre os mais ativos do mundo.

Pequenos negócios estão usando IA em atividades cotidianas.

E novas experiências de pesquisa, compra, produtividade e desenvolvimento estão surgindo rapidamente.

O ponto não é correr atrás de cada ferramenta lançada.

É reconhecer que o comportamento digital está mudando e preparar a empresa para operar dentro desse novo ambiente.

Isso significa construir um site melhor.

Produzir informações que realmente expliquem o negócio.

Pensar em SEO para além de palavras-chave.

Avaliar processos que podem ser aprimorados por automação.

E entender onde a inteligência artificial pode gerar valor concreto.

A IA está ganhando espaço no Brasil.

A próxima questão é descobrir qual espaço ela deve ocupar na sua empresa.

Quer preparar sua presença digital para esse cenário? Fale com a Galática.

Vamos conversar

Quer transformar estratégia em uma experiência digital que gera resultado?

Conte para a Galática MKT sobre o seu próximo projeto.

Fale conosco

Ver todos os artigos

Fale com a gente